Family Office para patrimônios que precisam durar além de uma geração

Patrimônios relevantes exigem estrutura jurídica integrada — não soluções isoladas. Holding, planejamento sucessório, governança familiar e proteção de ativos para famílias que pensam no longo prazo.

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Você está passando por alguma dessas situações?

Se uma dessas situações descreve o que você está vivendo, você está no lugar certo.

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Acumulou um patrimônio relevante ao longo dos anos — empresa, imóveis, investimentos — e ainda não tem uma estrutura jurídica organizada para protegê-lo e otimizar a carga tributária.

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A família cresceu, os filhos estão entrando no negócio ou já têm interesses próprios — e as regras de convivência, decisão e sucessão nunca foram formalizadas adequadamente.

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Está pensando em como transferir o patrimônio para os filhos de forma eficiente — sem o custo do inventário, sem conflitos entre herdeiros e com o menor impacto tributário possível, incluindo possibilidade de holdings de participações ou patrimoniais.

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A empresa familiar mistura ativos pessoais e empresariais — gerando riscos tributários e patrimoniais que nunca foram mapeados nem resolvidos adequadamente.

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Tem imóveis, participações societárias e investimentos em diferentes estruturas — e sente que está pagando mais imposto do que deveria por falta de uma visão integrada do patrimônio.

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Houve ou está havendo uma separação na família — inventário, divórcio, disputa entre herdeiros — e você precisa proteger o que foi construído ao longo de décadas.

Frentes de atuação em Family Office

Atuação integrada em todas as dimensões jurídicas do patrimônio familiar — da estruturação à transmissão, com foco no longo prazo.

Como funciona o nosso trabalho

Do primeiro contato até a implementação, você sabe exatamente o que está acontecendo em cada etapa.

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Conversa Inicial

Entendemos o perfil do patrimônio, da família e dos objetivos de longo prazo antes de qualquer proposta.

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Mapeamento Patrimonial

Levantamento completo dos ativos e passivos da família para identificar vulnerabilidades, oportunidades de otimização e a estrutura jurídica mais adequada.

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Estruturação Integrada

Implementação das estruturas jurídicas com coordenação entre as diferentes áreas envolvidas — societário, tributário, sucessório e contratual.

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Gestão Contínua

Acompanhamento permanente das mudanças legislativas e da evolução do patrimônio para atualizar e adaptar as estruturas às novas realidades.

Seu patrimônio tem a proteção jurídica que merece?

Fale diretamente com nosso time do escritório Dini Advogados.

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Dra. Cristiane Dini — especialista em Family Office
A sócia fundadora

Dra. Cristiane
Dini

Advogada · Sócia-Fundadora

A Dra. Cris Dini atua em patrimônios familiares com uma visão que vai além do jurídico: entende que as decisões sobre holding, sucessão e governança têm impacto sobre relações familiares que duram décadas — e precisam ser tratadas com a discrição e o cuidado que essa responsabilidade exige.

O trabalho em Family Office é de longo prazo: não é um produto que se vende, é uma relação de confiança que se constrói com honestidade, competência técnica e presença constante nas decisões que importam.

Conhecer a trajetória completa →

Perguntas que toda família patrimonial faz antes de estruturar

O que é uma holding familiar e para quem faz sentido criar uma?
Holding familiar é uma empresa que concentra e administra o patrimônio da família — imóveis, participações em outras empresas, investimentos. Faz sentido para famílias com patrimônio relevante (geralmente a partir de R$ 3-5 milhões em ativos), pois permite tributação mais eficiente sobre aluguéis e dividendos, facilita o planejamento sucessório (evitando inventário), protege os ativos de riscos empresariais e estabelece regras claras de governança entre os membros da família.
Qual a diferença entre holding patrimonial e holding operacional?
Holding patrimonial concentra bens — imóveis, participações, investimentos — sem exercer atividade comercial direta. Seu foco é proteção, otimização tributária e planejamento sucessório. Holding operacional controla empresas que efetivamente desenvolvem atividade econômica (produção, comércio, serviços). Muitas estruturas familiares combinam as duas: a holding patrimonial protege o patrimônio pessoal, enquanto as empresas operacionais realizam o negócio — separando riscos de forma eficiente.
Fazer doação em vida é mais barato do que inventário?
Em muitos estados, sim — mas depende do valor do patrimônio e das alíquotas de ITCMD aplicáveis. A doação em vida com reserva de usufruto (o doador mantém o direito de usar e receber os frutos até o falecimento) permite antecipar a transferência pagando o imposto sobre o valor atual do bem, enquanto no inventário o imposto incide sobre o valor na época do falecimento — geralmente maior. Além disso, evita os custos e conflitos típicos do processo de inventário. A análise caso a caso é essencial.
Como funciona o planejamento sucessório sem prejudicar os herdeiros?
Planejamento sucessório bem feito respeita a legítima (50% do patrimônio que obrigatoriamente vai para os herdeiros necessários) e utiliza o restante para estruturar a transferência da forma mais eficiente. As ferramentas incluem doação com usufruto, testamento, acordo de família, holding com quotas de distribuição diferenciada e outros instrumentos. O objetivo não é excluir herdeiros — é evitar conflitos, reduzir impostos e garantir que o patrimônio seja transmitido conforme a vontade do titular, de forma organizada.
Holding protege meu patrimônio em caso de dívidas da empresa?
Parcialmente — e com ressalvas importantes. A separação entre patrimônio pessoal (na holding) e patrimônio empresarial (na operacional) oferece proteção contra credores das empresas operacionais. Porém, essa proteção não é absoluta: em casos de fraude, confusão patrimonial ou desconsideração da personalidade jurídica, os ativos da holding podem ser alcançados. A eficácia da proteção depende de como a estrutura é montada e, principalmente, de como é mantida ao longo do tempo.
Quando devo começar o planejamento patrimonial?
Quanto antes, melhor — e o melhor momento é quando o patrimônio ainda está crescendo, não quando já surgiu um problema. Estruturar uma holding em período de calmaria é muito mais barato e eficiente do que tentar proteger ativos quando já há um processo judicial em andamento. Além disso, a doação em vida com usufruto só pode ser feita sobre bens sem ônus — o planejamento antecipado mantém essa opção aberta.

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Proteger o que você construiu e garantir que chegue íntegro à próxima geração começa com uma conversa sobre como o patrimônio está estruturado hoje. Agende diretamente.

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